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Índice
  1. O que é e para que é utilizado?
  2. O que deve considerar antes de usar?
  3. Como é utilizado?
  4. Quais são os possíveis efeitos secundários?
  5. Como deve ser armazenado?
  6. Mais informações

O essencial

Isoptin 120 é um bloqueador da entrada do cálcio e e stá indicado nas seguintes situações: -Insuficiência coronária crónica e tratamento a longo prazo da angina de peito , espasmos coronários angina vasoespástica. Angina de peito após enfarte do miocárdio .

Substância(s) ativa(s)
Verapamil
Titular da autorização de introdução no mercado
Viatris Healthcare
Código ATC
C08DA01

Este resumo não substitui o folheto informativo nem o aconselhamento médico.

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Folheto informativo

Para que é utilizado Isoptin 120?

Isoptin 120 é um bloqueador da entrada do cálcio e e stá indicado nas seguintes situações:

-Insuficiência coronária crónica e tratamento a longo prazo da angina de peito, espasmos coronários angina vasoespástica. Angina de peito após enfarte do miocárdio. -Prevenção secundária pós-enfarte do miocárdio na aus ência de insuficiência cardíaca e sempre que os bloqueadores beta estejam contraindicados.

-Hipertensão arterial.

-Perturbações taquicárdicas do ritmo, tais como taqu icardia paroxística supraventricular, fibrilhação/ flutter auriculares com taquiarritmia (exceto nas síndromes de Wolf-Parkinson-White ou Lown-Ganong-Levine), extrassistolia.

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O que deve saber antes de tomar Isoptin 120?

Não tome Isoptin 120:

  • Se tem alergia ao cloridrato de verapamilo ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na secção 6).
  • Se sofre ou sofreu de:

-Choque cardiogénico;

-Bloqueio AV de 2 º ou 3 º grau (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Síndroma do nódulo sinusal (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Insuficiência cardíaca;

-Flutter/fibrilhação auricular em presença de vias acessórias (síndromas de Wolff- Parkinson-White e Lown-Ganong-Levine). Estes doentes estão em risco de desenvolver taquiarritmias ventriculares incluindo fibrilhação ventricular caso o cloridrato de verapamilo seja administrado.

- Em combinação com ivabradina (ver secção "Ao tomar I soptin com outros medicamentos").

Advertências e precauções

Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Isoptin 120 O tratamento da hipertensão requer um controlo médico regular.

Utilize Isoptin 120 com precaução no enfarte agudo do miocárdio agravado por bradicardia, hipotensão marcada ou disfunção do vent rículo esquerdo.

Aconselha-se especial precaução nas situações de bloqu eio AV de 1º grau, bradicardia, uma vez que o desenvolvimento do bloqueio AV de 2º ou 3º grau (contraindicado) ou do bloqueio de ramo de feixe unifascicular, bifascicular ou trifascicular requerem uma descontinuação nas doses subsequentes do cloridrato de verapamilo e instituição de uma terapêutica adequada, caso necessário.

Potenciação mútua dos efeitos cardiovasculares se o do ente estiver a tomar simultaneamente um beta-bloqueador e Isoptin 120. Num doente tratado simultaneamente com gotas oftálmicas de timolol e cloridrato de verapamilo oral verificou-se a ocorrência de redução da frequencia cardiaca assintomática acompanhada de wandering pacemaker auricular.

Nos doentes com insuficiência cardíaca devem ser adequadamente tratados antes de iniciarem a terapêutica com Isoptin 120 se fração d e ejeção superior a 35% e pressão de encravamento pulmonar inferior a 20 mmHg.Isoptin 120 deve ser administrado com precaução na presença de doenças nas quais a transmissão neuromuscular esteja afetada (miastenia gravis, síndrome de Lambert-Eaton, distrofia muscular de Duchenne avançada).

Isoptin 120 deve ser administrado com precaução em doentes com insuficiência renal e com insuficiência hepática grave.

Outros medicamentos e Isoptin 120

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a to mar ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Isto é muito importante devido ao facto de o efeito do Isoptin 120 poder aumentar ou diminuir se tomar mais de um medicamento simultaneamente. Deste modo, não deverá tomar Isoptin 120 sem informar pre viamente o seu médico de todos os medicamentos que está a tomar.

Isoptin 120 deve ser tomado cuidadosamente com: -Bloqueadores Alfa - Prazosina, terazosina -Antiarrítmicos - Flecainida, quinidina -Antiasmáticos - Teofilina

-Anticonvulsivantes – Carbamazepina, fenitoína -Antidepressivos - Imipramina

-Antidiabéticos - Gliburide; Metformina - O verapamilo pode diminuir o efeito de redução da glucose da metformina

-Anti-infecciosos - Claritromicina, eritromicina, rifampicina, telitromicina -Antineoplásicos - Doxorrubicina

-Barbitúricos - Fenobarbital

-Benzodiazepinas e outros ansiolíticos - Buspirona, midazolam -Beta bloqueadores - Metoprolol, propranolol

-Glicosídeos cardíacos - Digitoxina, digoxina -Antagonistas dos recetores H2 - Cimetidina

-Imunomoduladores - Ciclosporina, everolímus, Sirolímus, Tacrolímus -Antidislipidémicos - Atorvastatina, lovastatina, sinvastatina -Agonistas dos recetores da serotonina - Almotriptano

-Uricosúricos - Sulfinpirazona

- Anticoagulantes - dabigatran e anticoagulantes orais diretos -Medicamentos contendo lítio

-Antihipertensores, diuréticos, vasodilatadores -Antianginosos - ivabradina

-Agentes antivirais do VIH -Bloqueadores neuromusculares -Ácido acetilsalicílico -Colquicina

Isoptin 120 com alimentos e bebidas

Verificou-se que o sumo de toranja pode aumentar os níveis de cloridrato de verapamilo no sangue, pelo que não é aconselhado tomar Isoptin 1 20 conjuntamente com sumo de toranja.

A ingestão de álcool em conjunto com o Isoptin 120 pode potenciar os efeitos do Isoptin 120.

Isoptin 120 deve ser tomado durante ou pouco depois das refeições.

Gravidez e amamentação

Se está grávida ou a amamentar, se pensa estar grávi da ou planeia engravidar, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este med icamento.

Isoptin não deve ser administrado durante a gravidez e o período de aleitamento, a não ser que o médico o considere extremamente necessário .

Condução de veículos e utilização de máquinas

O tratamento requer vigilância médica constante. Em geral, após a administração de Isoptin podem ocorrer reações que limitam a capacid ade de conduzir veículos ou manusear máquinas.

Verapamilo pode aumentar o nível de álcool no sangue e atrasar a sua eliminação. Deste modo o efeito do álcool pode ser exacerbado.

Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”.

Como tomar Isoptin 120?

Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Isoptin deve ser administrado regularmente de acordo com as indicações do médico, em dosagem individual adaptada ao grau de gravidade da doença.

Salvo outra indicação do médico: Adultos

Insuficiência coronária, taquicardia paroxística supraventricular, fibrilhação/flutter auriculares: 120 a 480 mg divididos em 3 ou 4 doses.

Hipertensão: 120 a 480 mg divididos em 3 doses

Crianças

  • Até aos 6 anos: 80 mg a 120 mg divididos em 2 a 3 doses
  • Idade entre os 6-14 anos: 80 mg a 360 mg divididos em 2 a 4 doses

Na prevenção secundária pós-enfarte do miocárdio, a terapia com verapamilo deverá ter início pelo menos 8 dias após o enfarte. Dose diária recomendada é de 360 mg de verapamilo, sendo administrado um comprimido de Isoptin 120 mg 3 vezes ao dia, de preferência às refeições. Experiência clínica de lo nga data demonstra que a dose média diária em todas as indicações varia entre 240 mg e 3 60 mg.

Para um tratamento a longo prazo não ultrapassar a dose máxima de 480 mg, no entanto uma dose mais elevada poderá ser utilizada por um período curto. Só por indicação do médico é possível o aumento transitório da dose.

Em doentes com função hepática diminuída, o efeito de verapamilo, intensifica-se e prolonga-se conforme a gravidade da disfunção hepátic a devido a um metabolismo retardado do fármaco. Nestes casos deve-se ajustar a posologia muito cuidadosamente e iniciar a terapia com doses mais pequenas (ex. em doentes com cirrose hepática iniciar o tratamento com 1 comprimido revestido de verapamilo 40 mg 2 a 3 vezes ao dia).

O cloridrato de verapamilo deve ser utilizado com precaução e com uma estreita monitorização em doentes com uma função renal compro metida.

Os comprimidos doseados a 40 mg de cloridrato de verapamilo devem ser tomados por doentes suscetíveis de apresentar uma resposta satisfatória a baixas doses (ex. doentes com disfunção hepática ou doentes idosos). Os doentes que requerem dosagens superiores (ex. 240 mg a 480 mg diários de cloridrato de verapamilo) devem utilizar formulações com um conteúdo em substância ativa mai s conveniente.

Não existe limitação na duração da utilização. Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapamilo não deve ser interrompid a bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.

Administração oral.

Os comprimidos revestidos são administrados inteiros, sem mastigar ou chupar, com um pouco de líquido de preferência durante ou pouco depois das refeições.

Duração do tratamento médio

Variável em função do doente e da sua situação clínic a.

Se tomar mais Isoptin 120 do que deveria Sintomas mais importantes:

Hipotensão (em parte a valores não mensuráveis), ch oque cardiogénico com edema pulmonar, perda da consciência incluindo coma; bloqueio AV de 1 º e 2 º grau, (frequentemente do tipo Wenckebach com ou sem ritmos de escape), bradicardia até um elevado nível de bloqueio AV e paragem sinusal, estupor, hipóxia, acidose metabólica, hiperglicémia, hipocaliémia e arritmias.

Foram descritos casos de morte como resultado de uma sobredosagem.

Medidas gerais

O tratamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo deve ser sobretudo de suporte, no entanto, já foram utilizadas administração parentérica de cálcio, estimulação beta adrenérgica e irrigação gastrointestinal no tr atamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo. O tratamento de uma sobredosagem por cloridrato de verapamilo é baseado na eliminação do fármaco e no restabelecimento da estabilidade cardiovascular.

Devido à potencialidade para uma absorção retardada das formas de libertação prolongada, os doentes poderão necessitar de observação e hospitalização até 48 horas.

As medidas terapêuticas devem ser individualizadas e de suporte, e dependem do momento, do tipo de administração de verapamilo e da gravidade dos sintomas de intoxicação.

Aconselha-se a lavagem gástrica com as devidas precauções, mesmo 12 horas após a ingestão e mesmo que não se perceba qualquer motilidade gastrointestinal (ruídos peristálticos).

A hemodiálise não é aconselhável porque o verapamilo nã o é dialisável. No entanto, recomenda-se a hemofiltração e a plasmaferese (os bloqueadores dos canais de cálcio ligam-se extensivamente às proteínas plasmáticas).

Medidas usuais de terapia intensiva de reanimação

Massagem cardíaca extra-torácica, respiração artificial, desfibrilhação ou tratamento com pacemaker.

Medidas específicas

Eliminação de efeitos cardio-depressores, correção da hipotensão e da bradicardia. O cálcio é considerado como antídoto específico, por ex. 10-20 ml numa solução de

gluconato de cálcio a 10% por via intravenosa (2,25 – 4,5 mmol). Repetir se necessário ou aplicar como perfusão contínua (por ex. 5 mmol/ hora).

Devido à vasodilatação arterial, é recomendável que se proceda numa fase precoce à substituição de fluídos (solução de Ringer ou de cloreto de sódio).

Medidas adicionais que poderão ser necessárias

Em caso de bloqueio AV de 2 º e 3 º grau, bradicardia sinusal, assistolia: Atropina, isoprenalina, orciprenalina, isoproterenol ou tratamento com pacemaker.

Em caso de hipotensão: Dopamina, dobutamina, noradrenalina.

Em caso de sintomas persistentes de insuficiência miocárdica: Dopamina, dobutamina e, se necessário, repetição das injeções de cálcio.

Caso se tenha esquecido de tomar Isoptin 120

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Em caso de omissão de uma ou mais doses, o doente deve continuar a posologia normal prescrita.

Se parar de tomar Isoptin 120

Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapam ilo não deve ser interrompida bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste me dicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

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Quais são os efeitos secundários de Isoptin 120?

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos indesejáveis, embora estes não se manifestam em todas as pessoas.

As reações adversas mais frequentemente no tificadas foram cefaleias, tonturas, doenças gastrointestinais: náuseas, obstipação e dor abdominal bem como bradicardia, taquicardia, palpitações, hipotensão, rubor, edema p eriférico e fadiga.

As frequências dos efeitos indesejáveis observados, são definidas do seguinte modo:

Muito frequentes Afeta mais de 1 em 10 doentes
Frequentes Afeta entre 1 a 10 doentes em 100
Pouco frequentes Afeta entre 1 a 10 doentes em 1.000
Raros Afeta entre 1 a 10 doentes em 10.000
Muito raros Afeta menos de 1 doente em 10.000
Desconhecido Não foi possível calcular a partir dos dados disponíveis

Doenças do sistema imunitário

Desconhecido: Hipersensibilidade

Doenças do sistema nervoso Frequentes: Tonturas, Cefaleias Raros: Parestesia, Tremor

Desconhecido: Síndrome extrapiramidal, paralisia (tetraparesia), convulsões

Doenças do metabolismo e da nutrição

Desconhecido: Hipercaliemia

Perturbações do foro psiquiátrico

Raros: Sonolência

Afeções do ouvido e do labirinto

Raros: Zumbido

Desconhecido: Vertigens

Cardiopatias Frequentes: Bradicardia

Pouco frequentes: Palpitações, Taquicardia

Desconhecido: Bloqueio AV (1º, 2º, 3º), insuficiência cardíaca, paragem sinusal, bradicardia sinusal, assistolia

Vasculopatias

Frequentes: Rubor facial, Hipotensão

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino

Desconhecido: Broncoespasmo, Dispneia

Doenças gastrointestinais

Frequentes: Obstipação, Náuseas

Pouco frequentes: Dor abdominal Raros: Vómitos

Desconhecido: Desconforto abdominal, hiperplasia gengival, Ileus

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos Raros: Hiperidrose

Desconhecido: Angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, Eritema multiforme, Alopécia, Prurido, Fúrpura, Erupção maculopapulosa, Ur ticária

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivo s

Desconhecido: Artralgia, Fraqueza muscular, Mialgia

Doenças renais e urinárias

Desconhecido: Insuficiência Renal

Doenças dos órgãos genitais e da mama

Desconhecido: Disfunção erétil, Galactorreia, Gineco mastia

Perturbações gerais e alterações no local de admini stração

Frequentes: Edema periférico

Pouco frequentes: Fadiga

Exames complementares de diagnostico

Desconhecido: Aumento dos níveis de prolactina, Enzimas hepáticas elevadas

No período de pós-comercialização, foi reportado um caso de paralisia (tetraparesia) associado à administração concomitante de verapamilo e colquicina. Isto pode ser causado pelo facto de colquicina atravessar a barreira hemato-encefálica devido à inibição do CYP3A4 e do PgP pelo verapamilo.

Comunicação de efeitos indesejáveis

Se tiver quaisquer efeitos indesejáveis, incluindo possíveis efeitos indesejáveis não indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá comunicar efeitos indesejáveis diretamente ao INFARMED, I.F. através dos contactos abaixo. Ao comunicar efeitos indesejáveis, estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.

Sítio da internet: http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram (preferencialmente) ou através dos seguintes contactos:

Direção de Gestão do Risco de Medicamentos Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53 1749-004 Lisboa

Tel: +351 21 798 73 73

Linha do Medicamento: 800222444 (gratuita) E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt

Como conservar Isoptin 120?

Não conservar acima de 25 ºC.

Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças

Não utilize o Isoptin 120 após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após "EXP". O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalizaç ão ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

Mais informações sobre Isoptin 120

Qual a composição de Isoptin 120

-A substância ativa é o cloridrato de verapamilo.

-Os outros componentes são hidrogenofosfato de cálcio di-hidratado, celulose microcristalina, sílica coloidal anidra, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, laurilsulfato de sódio, macrogol 6000, talco e dióxido de titânio (E 171).

Qual o aspeto de Isoptin 120 e conteúdo da embalagem

Comprimidos revestidos em blister de PVC/Alu.

Embalagem com 60 comprimidos revestidos.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fab ricante

BGP Products, Unipessoal Lda.

Av. D. João II, Edifício Atlantis, N.º 44C - 7.3 e 7.4

1990-095 Lisboa

Fabricante

Famar, A.V.E.

Anthoussa Plant

7 Anthoussa Avenue,

Anthoussa, Attiki, 15349, Grécia

Este folheto foi aprovado pela última vez em

Princípios editoriais

Todas as informações utilizadas para o conteúdo provêm de fontes verificadas (instituições reconhecidas, especialistas, estudos de universidades renomadas). Damos grande importância à qualificação dos autores e ao background científico da informação. Assim, garantimos que a nossa pesquisa se baseia em descobertas científicas.

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