Índice
O essencial
Isoptin DC é um bloqueador da entrada do cálcio e está indicado nas seguintes situações:- Insuficiência coronária crónica e/ou tratamento prolongado da angina de peito , espasmos coronários, angina vasoespástica. Angina de peito pós- enfarte do miocárdio .
- Substância(s) ativa(s)
- Verapamil
- Titular da autorização de introdução no mercado
- Viatris Healthcare
- Código ATC
- C08DA01
- Indicações
- Arritmias cardíacas
Este resumo não substitui o folheto informativo nem o aconselhamento médico.
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Folheto informativo
Para que é utilizado Isoptin Dc?
Isoptin DC é um bloqueador da entrada do cálcio e está indicado nas seguintes situações:- Insuficiência coronária crónica e/ou tratamento prolongado da angina de peito, espasmos coronários, angina vasoespástica. Angina de peito pós-enfarte do miocárdio.
-Perturbações taquicárdicas do ritmo, tais como taquicardia paroxística supraventricular, fibrilhação/ flutter auriculares com taquiarritmia (excepto nas síndromes de Wolf-Parkinson-White ou Lown-Ganong-Levine), extrassistolia. -Hipertensão arterial.
-Prevenção secundária pós-enfarte agudo do miocárdio na ausência de insuficiência cardíaca e sempre que os bloqueadores-beta estejam contraindicados
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O que deve saber antes de tomar Isoptin Dc?
Não tome Isoptin DC:
-Se tem alergia ao cloridrato de verapamilo ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na secção 6).
-Se sofre ou sofreu de: -Choque cardiogénico;
-Bloqueio AV de 2º ou 3º grau (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Síndrome do nódulo sinusal (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Insuficiência cardíaca congestiva;
-Flutter/fibrilhação auricular em presença de vias acessórias (síndromes de Wolff- Parkinson-White e Lown-Ganong-Levine). Estes doentes estão em risco de desenvolver taquiarritmias ventriculares incluindo fibrilhação ventricular caso o cloridrato de verapamilo seja administrado.
- Em combinação com ivabradina (ver seção "Ao tomar Isoptin com outros medicamentos").
Advertências e precauções
Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Isoptin DC
O tratamento da hipertensão com Isoptin DC requer um controlo médico regular. Utilize Isoptin DC com precaução no enfarte agudo do miocárdio agravado por bradicardia, hipotensão marcada ou disfunção do ventrículo esquerdo.
Aconselha-se especial precaução nas situações de bloqueio AV de 1º grau, bradicardia, uma vez que o desenvolvimento do bloqueio AV de 2º ou 3º grau (contraindicado) ou do bloqueio de ramo de feixe unifascicular, bifascicular ou trifascicular requerem uma descontinuação nas doses subsequentes do cloridrato de verapamilo e instituição de uma terapêutica adequada, caso necessário.
Potenciação mútua dos efeitos cardiovasculares se o doente estiver a tomar simultaneamente um beta-bloqueador e Isoptin DC. Num doente tratado simultaneamente com gotas oftálmicas de timolol e cloridrato de verapamilo oral verificou-se a ocorrência de redução da frequencia cardiaca assintomática acompanhada de wandering pacemaker auricular.
Nos doentes com insuficiência cardíaca devem ser adequadamente tratados antes de iniciarem a terapêutica com Isoptin DC se fração de ejeção superior a 35% e pressão de encravamento pulmonar inferior a 20 mmHg.
Isoptin DC deve ser administrado com precaução na presença de doenças nas quais a transmissão neuromuscular esteja afectada (miastenia gravis, síndrome de Lambert- Eaton, distrofia muscular de Duchenne avançada).
Isoptin DC deve ser administrado com precaução em doentes com insuficiência renal e com insuficiência hepática grave.
Outros medicamentos e Isoptin DC
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Isto é muito importante devido ao facto de o efeito do Isoptin DC poder aumentar ou diminuir se tomar mais de um medicamento simultaneamente. Deste
modo, não deverá tomar Isoptin DC sem informar previamente o seu médico de todos os medicamentos que está a tomar.
Isoptin DC deve ser tomado cuidadosamente com: -Bloqueadores Alfa - Prazosina, terazosina -Antiarrítmicos - Flecainida, quinidina -Antiasmáticos - Teofilina
-Anticonvulsivantes – Carbamazepina, fenitoína -Antidepressivos - Imipramina
-Antidiabéticos - Gliburide
-Anti-infecciosos - Claritromicina, eritromicina, rifampicina, telitromicina -Antineoplásicos - Doxorrubicina
-Barbitúricos - Fenobarbital
-Benzodiazepinas e outros ansiolíticos - Buspirona, midazolam -Beta bloqueadores - Metoprolol, propranolol
-Glicosídeos cardíacos - Digitoxina, digoxina -Antagonistas dos recetores H2 - Cimetidina
-Imunomoduladores - Ciclosporina, everolímus, sirolímus, tacrolímus -Antidislipidémicos - Atorvastatina, lovastatina, sinvastatina -Agonistas dos recetores da serotonina - Almotriptano
-Uricosúricos - Sulfinpirazona
- Anticoagulantes - dabigatran e anticoagulantes orais diretos -Medicamentos contendo lítio
-Antihipertensores, diuréticos, vasodilatadores -Antianginosos - ivabradina
-Agentes antivirais do VIH -Bloqueadores neuromusculares -Ácido acetilsalicílico -Colquicina
Isoptin DC com alimentos e bebidas
Verificou-se que o sumo de toranja pode aumentar os níveis de cloridrato de verapamilo no sangue, pelo que não é aconselhado tomar Isoptin DC conjuntamente com sumo de toranja.
A ingestão de álcool em conjunto com o Isoptin DC pode potenciar os efeitos do Isoptin DC.
Isoptin DC deve ser tomado durante ou pouco depois das refeições.
Gravidez e amamentação
Se está grávida ou a amamentar, se pensa estar grávida ou planeia engravidar, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.
Isoptin não deve ser administrado durante a gravidez e o período de aleitamento, a não ser que o médico o considere extremamente necessário.
Condução de veículos e utilização de máquinas
O tratamento requer vigilância médica constante. Em geral, após a administração de Isoptin podem ocorrer reações que limitam a capacidade de conduzir veículos ou manusear máquinas.
Verapamilo pode aumentar o nível de álcool no sangue e atrasar a sua eliminação. Deste modo o efeito do álcool pode ser exacerbado.
Informações importantes sobre alguns componentes de Isoptin DC
Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido ou seja, é praticamente “isento de sódio”.
Como tomar Isoptin Dc?
Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
Isoptin DC deve ser administrado regularmente de acordo com as indicações do médico, em dosagem individual adaptada ao grau de gravidade da doença.
Salvo outra indicação do médico: Adultos
Insuficiência coronária, taquicardia paroxística supraventricular, fibrilhação/flutter auriculares: 120 a 480 mg divididos em 1 ou 2 doses.
Hipertensão: 120 a 480 mg divididos em 1 ou 2 doses
Crianças
- Até aos 6 anos: 80 mg a 120 mg divididos em 2 a 3 doses
- Idade entre os 6-14 anos: 80 mg a 360 mg divididos em 2 a 4 doses
Experiência clínica de longa data demonstra que a dose média em todas as indicações varia entre 240 mg e 360 mg.
Dose máxima diária recomendada – 480 mg de verapamilo.
Na prevenção secundária pós-enfarte do miocárdio a terapia com verapamilo deverá ter início pelo menos 8 dias após o enfarte. A dose diária recomendada é de 360 mg, sendo administrado um comprimido de Isoptin DC 3 vezes ao dia, de preferência às refeições.
Para um tratamento a longo prazo não ultrapassar a dose diária máxima recomendada de 480 mg, no entanto uma dose mais elevada poderá ser utilizada por um período curto. Só por indicação do médico é possível o aumento transitório da dose.
Em doentes com função hepática diminuída, o efeito de verapamilo intensifica-se e prolonga-se conforme a gravidade da disfunção hepática devido a um metabolismo retardado do fármaco. Nestes casos deve-se ajustar a posologia muito cuidadosamente e
iniciar a terapia com doses mais pequenas (ex. em doentes com cirrose hepática iniciar o tratamento com 1 comprimido de verapamilo 40 mg 2 a 3 vezes ao dia).
O cloridrato de verapamilo deve ser utilizado com precaução e com uma estreita monitorização em doentes com uma função renal comprometida.
Os comprimidos doseados a 40 mg de cloridrato de verapamilo devem ser tomados por doentes suscetíveis de apresentar uma resposta satisfatória a baixas doses (ex. doentes com disfunção hepática ou doentes idosos). Os doentes que requerem dosagens superiores (ex. 240 mg a 480 mg diários de cloridrato de verapamilo) devem utilizar formulações com um conteúdo em substância ativa mais conveniente.
Não existe limitação na duração da utilização. Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapamilo não deve ser interrompida bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.
Administração oral.
Os comprimidos devem ser administrados inteiros, sem mastigar nem chupar, com um pouco de líquido, de preferência durante ou pouco depois das refeições
Duração do tratamento médio
Variável em função do doente e da sua situação clínica.
Se tomar mais Isoptin DC do que deveria Sintomas mais importantes:
Hipotensão (em parte a valores não mensuráveis), choque cardiogénico com edema pulmonar, perda da consciência incluindo coma, bloqueio AV de 1º e 2º grau, (frequentemente do tipo Wenckebach com ou sem ritmos de escape), bradicardia até um elevado nível de bloqueio AV e paragem sinusal, estupor, hipóxia, acidose metabólica, hiperglicémia, hipocaliémia e arritmias.
Foram descritos casos de morte como resultado de uma sobredosagem.
Em intoxicação com grandes quantidades de verapamilo em formulações de libertação prolongada, deve-se ter em atenção que a libertação da substância ativa e a absorção intestinal pode prolongar-se por mais de 48 horas após a administração. Dependendo do momento da ingestão pode-se encontrar em todo o aparelho digestivo aglomerações isoladas de comprimidos incompletamente dissolvidos que actuam como depósito da substância ativa.
Medidas gerais
O tratamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo deve ser sobretudo de suporte, no entanto, já foram utilizadas administração parentérica de cálcio, estimulação beta adrenérgica e irrigação gastrointestinal no tratamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo. O tratamento de uma sobredosagem por cloridrato de verapamilo é baseado na eliminação do fármaco e no restabelecimento da estabilidade cardiovascular.
Devido à potencialidade para uma absorção retardada das formas de libertação prolongada, os doentes poderão necessitar de observação e hospitalização até 48 horas. As medidas terapêuticas devem ser individualizadas e de suporte, e dependem do momento, do tipo de administração de verapamilo e da gravidade dos sintomas de intoxicação. Aconselha-se a lavagem gástrica com as devidas precauções, mesmo 12 horas após a ingestão e mesmo que não se perceba qualquer motilidade gastrointestinal (ruídos peristálticos).
Se se suspeitar de uma intoxicação com Isoptin DC estão indicadas numerosas medidas de eliminação, tais como indução do vómito, lavagem intestinal, laxantes, enemas e aspiração do conteúdo gástrico e do intestino delgado sob controlo endoscópico.
A hemodiálise não é aconselhável porque o verapamilo não é dialisável. No entanto, recomenda-se a hemofiltração e a plasmaferese (os bloqueadores dos canais de cálcio ligam-se extensivamente às proteínas plasmáticas).
Medidas usuais de terapia intensiva de reanimação
Massagem cardíaca extra-torácica, respiração artificial, desfibrilhação ou tratamento com pacemaker.
Medidas específicas
Eliminação de efeitos cardio-depressores, correção da hipotensão e da bradicardia. O cálcio é considerado como antídoto específico, por ex. 10-20 ml numa solução de
gluconato de cálcio a 10% por via intravenosa (2,25 – 4,5 mmol). Repetir se necessário ou aplicar como perfusão contínua (por ex. 5 mmol/hora).
Devido à vasodilatação arterial, é recomendável que se proceda numa fase precoce à substituição de fluídos (solução de Ringer ou de cloreto de sódio).
Medidas adicionais que poderão ser necessárias
Em caso de bloqueio AV de 2º e 3º graus, bradicardia sinusal, assistolia: Atropina, isoprenalina, orciprenalina, isoproterenol ou tratamento com pacemaker.
Em caso de hipotensão: Dopamina, dobutamina, noradrenalina.
Em caso de sintomas persistentes de insuficiência miocárdica: Dopamina, dobutamina e, se necessário, repetição das injeções de cálcio.
Caso se tenha esquecido de tomar Isoptin DC
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Em caso de omissão de uma ou mais doses, o doente deve continuar a posologia normal prescrita.
Se parar de tomar Isoptin DC
Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapamilo não deve ser interrompida bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.
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Quais são os efeitos secundários de Isoptin Dc?
Como todos os medicamentos, Isoptin DC pode causar efeitos indesejáveis, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.
As reações adversas mais frequentemente notificadas foram cefaleias, tonturas, doenças gastrointestinais: náuseas, obstipação e dor abdominal bem como bradicardia, taquicardia, palpitações, hipotensão, rubor, edema periférico e fadiga.
As frequências dos efeitos indesejáveis observados, são definidas do seguinte modo:
| Muito frequentes | Afeta mais de 1 em 10 doentes |
| Frequentes | Afeta entre 1 a 10 doentes em 100 |
| Pouco frequentes | Afeta entre 1 a 10 doentes em 1.000 |
| Raros | Afeta entre 1 a 10 doentes em 10.000 |
| Muito raros | Afeta menos de 1 doente em 10.000 |
| Desconhecido | Não foi possível calcular a partir dos dados disponíveis |
Doenças do sistema imunitário
Desconhecido: Hipersensibilidade
Doenças do sistema nervoso Frequentes: Tonturas, Cefaleias Raros: Parestesia, Tremor
Desconhecido: Síndrome extrapiramidal, paralisia (tetraparesia), convulsões
Doenças do metabolismo e da nutrição
Desconhecido: Hipercaliemia
Perturbações do foro psiquiátrico
Raros: Sonolência
Afeções do ouvido e do labirinto
Raros: Zumbido
Desconhecido: Vertigens
Cardiopatias Frequentes: Bradicardia
Pouco frequentes: Palpitações, Taquicardia
Desconhecido: Bloqueio AV (1º, 2º, 3º), insuficiência cardíaca, paragem sinusal, bradicardia sinusal, assistolia
Vasculopatias
Frequentes: Rubor facial, Hipotensão
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Desconhecido: Broncoespasmo, Dispneia
Doenças gastrointestinais Frequentes: Obstipação, Náuseas Pouco frequentes: Dor abdominal Raros: Vómitos
Desconhecido: Desconforto abdominal, hiperplasia gengival, Ileus
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos Raros: Hiperidrose
Desconhecido: Angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, Eritema multiforme, Alopécia, Prurido, Fúrpura, Erupção maculopapulosa, Urticária
Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Desconhecido: Artralgia, Fraqueza muscular, Mialgia
Doenças renais e urinárias
Desconhecido: Insuficiência Renal
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Desconhecido: Disfunção eréctil, Galactorreia, Ginecomastia
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: Edema periférico
Pouco frequentes: Fadiga
Exames complementares de diagnostico
Desconhecido: Aumento dos níveis de prolactina, Enzimas hepáticas elevadas
No período de pós-comercialização, foi reportado um caso de paralisia (tetraparesia) associado à administração concomitante de verapamilo e colquicina. Isto pode ser causado pelo facto de colquicina atravessar a barreira hemato-encefálica devido à inibição do CYP3A4 e do PgP pelo verapamilo.
Comunicação de efeitos indesejáveis
Se tiver quaisquer efeitos indesejáveis, incluindo possíveis efeitos indesejáveis não indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá comunicar efeitos indesejáveis diretamente ao INFARMED, I.F. através dos contactos abaixo. Ao comunicar efeitos indesejáveis, estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.
Sítio da internet: http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram (preferencialmente) ou através dos seguintes contactos:
Direção de Gestão do Risco de Medicamentos Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53
1749-004 Lisboa
Tel: +351 21 798 73 73
Linha do Medicamento: 800222444 (gratuita) E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt
Como conservar Isoptin Dc?
Não conservar acima de 25ºC.
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Não utilize o Isoptin DC após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após "EXP". O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.
Mais informações sobre Isoptin Dc
Qual a composição de Isoptin DC
-A substância ativa é o cloridrato de verapamilo.
-Os outros componentes são celulose microcristalina, alginato de sódio, povidona K30, estearato de magnésio, água, hipromelose, macrogol 400, macrogol 6000, talco, dióxido de titânio (E 171) e cera E Hoechst.
Qual o aspeto de Isoptin DC e conteúdo da embalagem
Comprimidos de libertação prolongada em blister de PVC/Alu.
Embalagem com 30 comprimidos.
Titular da Autorização de Introdução no Mercado
BGP Products, Unipessoal Lda.
Av. D. João II, Edifício Atlantis, N.º 44C - 7.3 e 7.4
1990-095 Lisboa
Portugal
Fabricante
Famar, A.V.E. Anthoussa Plant Anthoussa Avenue 7, Anthoussa Attiki
Grécia
Mylan Hungary Kft.
Mylan utca 1,
Komárom, 2900
Hungria
Este folheto foi aprovado pela última vez em
Princípios editoriais
Todas as informações utilizadas para o conteúdo provêm de fontes verificadas (instituições reconhecidas, especialistas, estudos de universidades renomadas). Damos grande importância à qualificação dos autores e ao background científico da informação. Assim, garantimos que a nossa pesquisa se baseia em descobertas científicas.


