Índice
O essencial
Isoptin 40 é um bloqueador da entrada do cálcio e es tá indicado nas seguintes situações: -Insuficiência coronária crónica e tratamento a longo prazo da angina de peito , espasmos coronários, angina vasoespástica. Angina d e peito após enfarte do miocárdio . - Hipertensão arterial .
- Substância(s) ativa(s)
- Verapamil
- Titular da autorização de introdução no mercado
- Viatris Healthcare
- Código ATC
- C08DA01
- Indicações
- Arritmias cardíacas
Este resumo não substitui o folheto informativo nem o aconselhamento médico.
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Folheto informativo
Para que é utilizado Isoptin 40?
Isoptin 40 é um bloqueador da entrada do cálcio e es tá indicado nas seguintes situações: -Insuficiência coronária crónica e tratamento a longo prazo da angina de peito, espasmos coronários, angina vasoespástica. Angina d e peito após enfarte do miocárdio. -Hipertensão arterial.
-Perturbações taquicárdicas do ritmo, tais como taqu icardia paroxística supraventricular, fibrilhação/ flutter auriculares com taquiarritmia (exceto nas síndromes de Wolf-Parkinson-White ou Lown-Ganong-Levine), extrassistolia.
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O que deve saber antes de tomar Isoptin 40?
Não tome Isoptin 40:
- Se tem alergia ao cloridrato de verapamilo ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na secção 6).
- Se sofre ou sofreu de:
-Choque cardiogénico;
-Bloqueio AV de 2 º ou 3 º grau (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Síndrome do nódulo sinusal (exceto em doentes com pacemaker artificial); -Insuficiência cardíaca;
-Flutter/fibrilhação auricular em presença de vias acessórias (síndromes de Wolff- Parkinson-White e Lown-Ganong-Levine). Estes doentes estão em risco de desenvolver taquiarritmias ventriculares incluindo fibrilhação ventricular caso o cloridrato de verapamilo seja administrado.
- Em combinação com ivabradina (ver secção "Ao tomar I soptin com outros medicamentos").
Advertências e precauções
Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Isoptin 40 O tratamento da hipertensão requer um controlo médico regular.
Utilize Isoptin 40 com precaução no enfarte agudo do miocárdio agravado por bradicardia, hipotensão marcada ou disfunção do vent rículo esquerdo.
Aconselha-se especial precaução nas situações de bloqu eio AV de 1º grau, bradicardia, uma vez que o desenvolvimento do bloqueio AV de 2º ou 3º grau (contraindicado) ou do bloqueio de ramo de feixe unifascicular, bifascicular ou trifascicular requerem uma descontinuação nas doses subsequentes do cloridrato de verapamilo e instituição de uma terapêutica adequada, caso necessário.
Potenciação mútua dos efeitos cardiovasculares se o do ente estiver a tomar simultaneamente um beta-bloqueador e Isoptin 40. Num doente tratado simultaneamente com gotas oftálmicas de timolol e cloridrato de verapamilo oral verificou-se a ocorrência de redução da frequencia cardiaca assintomática acompanhada de wandering pacemaker auricular.
Nos doentes com insuficiência cardíaca devem ser adequadamente tratados antes de iniciarem a terapêutica com Isoptin 40, se fração d e ejeção superior a 35% e pressão de encravamento pulmonar inferior a 20 mmHg.
Isoptin 40 deve ser administrado com precaução na p resença de doenças nas quais a transmissão neuromuscular esteja afetada (miastenia gravis, síndrome de Lambert- Eaton, distrofia muscular de Duchenne avançada).
Isoptin 40 deve ser administrado com precaução em d oentes com insuficiência renal e com insuficiência hepática grave.
Outros medicamentos e Isoptin 40
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a to mar ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Isto é muito importante devido ao facto de o efeito do Isoptin 40 poder aumentar ou diminuir se tomar mais de um medicamento simultaneamente. Deste modo, não deverá tomar Isoptin 40 sem informar prev iamente o seu médico de todos os medicamentos que está a tomar.
Isoptin 40 deve ser tomado cuidadosamente com: -Bloqueadores Alfa - Prazosina, terazosina
-Antiarrítmicos - Flecainida, quinidina -Antiasmáticos - Teofilina
-Anticonvulsivantes – Carbamazepina, fenitoína -Antidepressivos - Imipramina
-Antidiabéticos - Gliburide; Metformina - O verapamilo pode diminuir o efeito de redução da glucose da metformina
-Anti-infecciosos - Claritromicina, eritromicina, rifampicina, telitromicina -Antineoplásicos - Doxorrubicina
-Barbitúricos - Fenobarbital
-Benzodiazepinas e outros ansiolíticos - Buspirona, midazolam -Beta bloqueadores - Metoprolol, propranolol
-Glicosídeos cardíacos - Digitoxina, digoxina -Antagonistas dos recetores H2 - Cimetidina
-Imunomoduladores - Ciclosporina, everolímus, sirolímus, tacrolímus -Antidislipidémicos - Atorvastatina, lovastatina, sinvastatina -Agonistas dos recetores da serotonina - Almotriptano
-Uricosúricos - Sulfinpirazona
- Anticoagulantes - dabigatran e anticoagulantes orais diretos -Medicamentos contendo lítio
-Antihipertensores, diuréticos, vasodilatadores -Antianginosos - ivabradina
-Agentes antivirais do VIH -Bloqueadores neuromusculares -Ácido acetilsalicílico -Colquicina
Isoptin 40 com alimentos e bebidas
Verificou-se que o sumo de toranja pode aumentar os níveis de cloridrato de verapamilo no sangue, pelo que não é aconselhado tomar Isoptin 4 0 conjuntamente com sumo de toranja.
A ingestão de álcool em conjunto com o Isoptin 40 pod e potenciar os efeitos do Isoptin 40.
Isoptin 40 deve ser tomado durante ou pouco depois das refeições.
Gravidez e amamentação
Se está grávida ou a amamentar, se pensa estar grávi da ou planeia engravidar, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este med icamento.
Isoptin não deve ser administrado durante a gravidez e o período de aleitamento, a não ser que o médico o considere extremamente necessário .
Condução de veículos e utilização de máquinas
O tratamento requer vigilância médica constante. Em geral, após a administração de Isoptin podem ocorrer reações que limitam a capacid ade de conduzir veículos ou manusear máquinas.
Verapamilo pode aumentar o nível de álcool no sangue e atrasar a sua eliminação. Deste modo o efeito do álcool pode ser exacerbado.
Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”.
Como tomar Isoptin 40?
Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
Isoptin deve ser administrado regularmente de acordo com as indicações do médico, em dosagem individual adaptada ao grau de gravidade da doença.
Salvo outra indicação do médico: Adultos
Insuficiência coronária, taquicardia paroxística supraventricular, fibrilhação/flutter auriculares: 120 a 480 mg divididos em 3 ou 4 doses.
Hipertensão: 120 a 480 mg divididos em 3 doses
Crianças
- Até aos 6 anos: 80 mg a 120 mg divididos em 2 a 3 doses
- Idade entre os 6-14 anos: 80 mg a 360 mg divididos em 2 a 4 doses
Se forem necessárias doses mais elevadas ou administrações menos frequentes administrar verapamilo 80 mg e 120 mg de libertação imediata ou verapamilo de libertação prolongada. Experiência clínica de longa data demonstra que a dose média diária em todas as indicações varia entre 240 mg e 3 60 mg.
Para um tratamento a longo prazo não ultrapassar a dose diária máxima de 480 mg, no entanto uma dose mais elevada poderá ser utilizada por um período curto; só por indicação do médico é possível o aumento transitório da dose.
Em doentes com função hepática diminuída, o efeito de verapamilo intensifica-se e prolonga-se conforme a gravidade da disfunção hepátic a devido a um metabolismo retardado do fármaco. Nestes casos deve-se ajustar a posologia muito cuidadosamente e iniciar a terapia com doses mais pequenas (ex. em doentes com cirrose hepática iniciar o tratamento com 1 comprimido revestido de Isoptin 40 mg, 2 a 3 vezes ao dia).
O cloridrato de verapamilo deve ser utilizado com precaução e com uma estreita monitorização em doentes com uma função renal compro metida.
Os comprimidos doseados a 40 mg de cloridrato de verapamilo devem ser tomados por doentes suscetíveis de apresentar uma resposta satisfatória a baixas doses (ex. doentes com disfunção hepática ou doentes idosos). Os doentes que requerem dosagens
superiores (ex. 240 mg a 480 mg diários de cloridrato de verapamilo) devem utilizar formulações com um conteúdo em substância ativa mai s conveniente.
Não existe limitação na duração da utilização. Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapamilo não deve ser interrompid a bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.
Administração oral.
Os comprimidos revestidos são administrados inteiros, sem mastigar ou chupar, com um pouco de líquido de preferência durante ou pouco depois das refeições.
Duração do tratamento médio
Variável em função do doente e da sua situação clínic a.
Se tomar mais Isoptin 40 do que deveria Sintomas mais importantes:
Hipotensão (em parte a valores não mensuráveis), ch oque cardiogénico com edema pulmonar, perda da consciência incluindo coma; bloqueio AV de 1 º e 2 º grau, (frequentemente do tipo Wenckebach com ou sem ritmos de escape), bradicardia até um elevado nível de bloqueio AV e paragem sinusal, estupor, hipóxia, acidose metabólica, hiperglicémia, hipocaliémia e arritmias.
Foram descritos casos de morte como resultado de uma sobredosagem.
Medidas gerais
O tratamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo deve ser sobretudo de suporte, no entanto, já foram utilizadas administração parentérica de cálcio, estimulação beta adrenérgica e irrigação gastrointestinal no tr atamento da sobredosagem por cloridrato de verapamilo. O tratamento de uma sobredosagem por cloridrato de verapamilo é baseado na eliminação do fármaco e no restabelecimento da estabilidade cardiovascular.
Devido à potencialidade para uma absorção retardada das formas de libertação prolongada, os doentes poderão necessitar de observação e hospitalização até 48 horas. As medidas terapêuticas devem ser individualizadas e de suporte, e dependem do momento, do tipo de administração de verapamilo e da gravidade dos sintomas de intoxicação
Aconselha-se a lavagem gástrica com as devidas precauções, mesmo 12 horas após a ingestão e mesmo que não se perceba qualquer motilidade gastrointestinal (ruídos peristálticos).
A hemodiálise não é aconselhável porque o verapamilo nã o é dialisável. No entanto, recomenda-se a hemofiltração e a plasmaferese (os bloqueadores dos canais de cálcio ligam-se extensivamente às proteínas plasmáticas).
Medidas usuais de terapia intensiva de reanimação
Massagem cardíaca extra-torácica, respiração artificial, desfibrilhação ou tratamento com pacemaker.
Medidas específicas
Eliminação de efeitos cardio-depressores, correção da hipotensão e da bradicardia. O cálcio é considerado como antídoto específico, por ex. 10-20 ml numa solução de
gluconato de cálcio a 10% por via intravenosa (2,25 – 4,5 mmol). Repetir se necessário ou aplicar como perfusão contínua (por ex. 5 mmol/hora).
Devido à vasodilatação arterial, é recomendável que s e proceda numa fase precoce à substituição de fluidos (solução de Ringer ou de clore to de sódio).
Medidas adicionais que poderão ser necessárias
Em caso de bloqueio AV de 2 º e 3 º grau, bradicardia sinusal, assistolia: Atropina, isoprenalina, orciprenalina, isoproterenol ou tratamento com pacemaker.
Em caso de hipotensão: Dopamina, dobutamina, noradrenalina.
Em caso de sintomas persistentes de insuficiência miocárdica: Dopamina, dobutamina e, se necessário, repetição das injeções de cálcio.
Caso se tenha esquecido de tomar Isoptin 40
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Em caso de omissão de uma ou mais doses, o doente deve continuar a posologia normal prescrita.
Se parar de tomar Isoptin 40
Após tratamento prolongado, a terapêutica com verapam ilo não deve ser interrompida bruscamente, devendo ser reduzida gradualmente.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste me dicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.
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Quais são os efeitos secundários de Isoptin 40?
Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos indesejáveis, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.
As reações adversas mais frequentemente no tificadas foram cefaleias, tonturas, doenças gastrointestinais: náuseas, obstipação e dor abdominal bem como bradicardia, taquicardia, palpitações, hipotensão, rubor, edema p eriférico e fadiga.
As frequências dos efeitos indesejáveis observados, são definidas do seguinte modo:
| Muito frequentes | Afeta mais de 1 em 10 doentes |
| Frequentes | Afeta entre 1 a 10 doentes em 100 |
| Pouco frequentes | Afeta entre 1 a 10 doentes em 1.000 |
| Raros | Afeta entre 1 a 10 doentes em 10.000 |
| Muito raros | Afeta menos de 1 doente em 10.000 |
Doenças do sistema imunitário
Desconhecido: Hipersensibilidade
Doenças do sistema nervoso Frequentes: Tonturas, Cefaleias Raros: Parestesia, Tremor
Desconhecido: Síndrome extrapiramidal, paralisia (tetraparesia), convulsões
Doenças do metabolismo e da nutrição
Desconhecido: Hipercaliemia
Perturbações do foro psiquiátrico
Raros: Sonolência
Afecções do ouvido e do labirinto
Raros: Zumbido
Desconhecido: Vertigens
Cardiopatias Frequentes: Bradicardia
Pouco frequentes: Palpitações, Taquicardia
Desconhecido: Bloqueio AV (1º, 2º, 3º), insuficiência cardíaca, paragem sinusal, bradicardia sinusal, assistolia
Vasculopatias
Frequentes: Rubor facial, Hipotensão
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Desconhecido: Broncoespasmo, Dispneia
Doenças gastrointestinais
Frequentes: Obstipação, Náuseas
Pouco frequentes: Dor abdominal
Raros: Vómitos
Desconhecido: Desconforto abdominal, hiperplasia gengival, Ileus
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos Raros: Hiperidrose
Desconhecido: Angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, Eritema multiforme, Alopécia, Prurido, Fúrpura, Erupção maculopapulosa, Ur ticária
Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivo s
Desconhecido: Artralgia, Fraqueza muscular, Mialgia
Doenças renais e urinárias
Desconhecido: Insuficiência Renal
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Desconhecido: Disfunção eréctil, Galactorreia, Ginec omastia
Perturbações gerais e alterações no local de admini stração
Frequentes: Edema periférico
Pouco frequentes: Fadiga
Exames complementares de diagnostico
Desconhecido: Aumento dos níveis de prolactina, Enzimas hepáticas elevadas
No período de pós-comercialização, foi reportado um caso de paralisia (tetraparesia) associado à administração concomitante de verapamilo e colquicina. Isto pode ser causado pelo facto de colquicina atravessar a barreira hemato-encefálica devido à inibição do CYP3A4 e do PgP pelo verapamilo.
Comunicação de efeitos indesejáveis
Se tiver quaisquer efeitos indesejáveis, incluindo possíveis efeitos indesejáveis não indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá comunicar efeitos indesejáveis diretamente ao INFARMED, I.F. através dos contactos abaixo. Ao comunicar efeitos indesejáveis, estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.
Sítio da internet: http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram (preferencialmente) ou através dos seguintes contactos:
Direção de Gestão do Risco de Medicamentos Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53 1749-004 Lisboa
Tel: +351 21 798 73 73
Linha do Medicamento: 800222444 (gratuita) E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt
Como conservar Isoptin 40?
Não conservar acima de 25º C.
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Não utilize Isoptin 40 após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após "EXP". O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalizaç ão ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mais informações sobre Isoptin 40
Qual a composição de Isoptin 40
-A substância ativa é o cloridrato de verapamilo.
-Os outros componentes são hidrogenofosfato de cálcio di-hidratado, celulose microcristalina, sílica coloidal anidra, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, laurilsulfato de sódio, macrogol 6000, talco e dióxido de titânio (E 171).
Qual o aspeto de Isoptin 40 e conteúdo da embalagem
Comprimidos revestidos em blister de PVC/Alu.
Embalagens com 20 e 60 comprimidos revestidos.
Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fab ricante
BGP Products, Unipessoal Lda.
Av. D. João II, Edifício Atlantis, N.º 44C - 7.3 e 7.4
1990-095 Lisboa
Fabricante
Famar, A.V.E. Anthoussa Plant
Anthoussa Avenue 7
Anthoussa, Attiki
15349, Grécia
Este folheto foi aprovado pela última vez em
Princípios editoriais
Todas as informações utilizadas para o conteúdo provêm de fontes verificadas (instituições reconhecidas, especialistas, estudos de universidades renomadas). Damos grande importância à qualificação dos autores e ao background científico da informação. Assim, garantimos que a nossa pesquisa se baseia em descobertas científicas.


